Os empresários têm que adotar um comportamento profissional, deixando de lado a improvisação, para exportar. É preciso buscar informações sobre o melhor mercado; normas fiscais e alfandegárias; adequar o produto e a embalagem às exigências externas; conhecer linhas de financiamento; e a formação de custo de produção. O esquecimento de questões básicas inviabiliza muitas operações previamente acertadas.
Uma pequena empresa que deseja permanecer no mercado internacional não pode prescindir de uma pesquisa de mercado ampla, com avaliação da legislação, economia, dos níveis de preços praticados, das leis de proteção ao consumidor, da padronização técnica e, até mesmo de aspectos políticos e culturais.
Uma das atitudes mais negativas de quem exporta, é a interrupção das exportações e o descumprimento do contrato. Além de manchar o próprio nome, a empresa fecha as portas para outros brasileiros que chegam ao mercado internacional.
O primeiro contato com o exportador é o momento mais importante para o exportador.
É importante saber sobre o comportamento comercial de uma país ou de questões culturais que podem interferir na condução da operação, como horários, alimentos, religião, regras de etiquetas, gestos utilizados, etc.
O momento da negociação envolve detalhes entre as partes, que vão dos preços às condições de venda, passando pelo prazo de entrega, até chegar aos tipos de transporte e de embalagens e as condições de pagamento.
O empresário pode ainda recorrer a Câmara Internacional de Comércio e encarregá-la de elaborar o projeto de exportação, apontando todos os passos a seguir.