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Em evento do NuMe, ex-senadora Ana Amélia defende maior adesão das mulheres no empreendedorismo - ACII

O Núcleo da Mulher Empresária (NuME) da Associação Empresarial de Itajaí (ACII) recebeu na quinta-feira, 04 de abril, a ex-senadora e secretaria de Estado do Rio Grande do Sul, Ana Amélia Lemos, para a palestra “Empreendedorismo da Mulher no Brasil”, que aconteceu no Sesc Itajaí. Na ocasião, a deputada estadual, Ângela Amin também estava presente.

A coordenadora do NuME, Mirian Terres dos Santos, fez a abertura do evento e destacou um pouco da trajetória do Núcleo, que completa 23 anos neste ano. Agradeceu a presença do público, que lotou o espaço, e enfatizou o quanto é importante para as mulheres se unirem e se inspirarem umas com as outras.

O presidente da ACII, Mário Cesar dos Santos, além de parabenizar a iniciativa do NuME, ressaltou a importância de a Entidade receber duas vozes femininas que tão bem se fazem ouvir no meio político, sendo exemplos a serem seguidos. Ele ainda falou do quão importante é este ano para ACII, em que se comemora os 90 anos de fundação da Entidade, com a comemoração da 30ª edição do Troféu Empresário do Ano, em 31 de maio.

Exemplos

Ana Amélia iniciou sua explanação trazendo dados da representatividade das mulheres no empreendedorismo. Destacou que 30% das empresas do mundo são comandadas por elas. Na realidade brasileira, 15,4% das mulheres são empreendedoras e para surpresa do público, o percentual de homens empreendedores é ainda menor, 12%. Sinal, que as mulheres têm buscado novas formas de renda e negócios.

A ex-senadora pontuou diversos exemplos de mulheres brasileiras que são grandes empreendedoras, entre elas, a médica itajaiense Jenny Coelho de Souza Liberato, que se formou com 57 anos e aos 67, fundou a Clínica São Lucas. Ainda enfatizou que não há maior empreendedora, que as donas de casa, que administram o lar, cuidam dos recursos e das pessoas. Na visão de Ana Amélia, administrar um negócio segue a mesma lógica.

Mulheres na Política

A ex-senadora defendeu maior presença das mulheres no meio político, contou como foi a experiencia no Senado e disse que, ao invés da reserva de 30% das nominatas dos partidos nas eleições para o público feminino, seria mais coerente determinar que esse percentual fosse reservado do Fundo Partidário para a campanha das mulheres. Sendo ferramenta de apoio para aquelas que desejam de fato atuar neste meio.

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